terça-feira, 17 de maio de 2011

BEM AVENTURADO O VARÃO............................

Sofrimento nenhum pode
*
Após
ler Atos 16.22-25, que narra o grande sofrimento de Paulo e Silas após
ter liberto uma mulher de um espírito adivinho, concluo que sofrimento
nenhum pode fazer azedar uma grande amizade. Paulo e Silas sofreram
juntos. Nenhum sofrimento pode impedir um filho de Deus de orar.


Nenhum sofrimento pode impedir um filho de Deus de glorificar o nome do
Senhor. Nenhum sofrimento pode impedir um filho de Deus de ser bênção
para todos. Nenhum sofrimento pode impedir um filho de Deus de prestar
socorro até a seus inimigos mais covardes. O sofrimento pode muito. Mas
não pode tudo.


Que a dor que você está vivenciando seja intensa e visceral, eu entendo e
quero que conte com minhas orações. Mas, dor nenhuma pode destruir a
imagem de Deus em nós. Jesus sofreu mais que todos nós juntos. Mesmo
assim, teve tempo de orar pelos que o crucificaram na ignorância, de
abençoar sua mãe, de levar o colega de infortúnio para a glória, de
entregar-se ao Senhor naquela hora de trevas sobre a face da terra.


Sofrimento tem o poder de desfazer fortunas, casamentos, sonhos,
esperanças. Mas, repito, não pode tudo. Sobretudo, o mais importante não
pode ser sequer tocado pela dor do sofrimento.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

FAZENDO A DIFERENÇA........

"Vós
sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar?
Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos
homens"
(Mateus 5:13).



Por uma modesta estimativa, mais de um quarto de toda a população
americana professou uma experiência cristã de conversão. William
Iverson, faz uma observação: "Um quilo de carne seria, seguramente,
afetado por um quarto de quilo de sal. Se este é o símbolo de um
cristianismo real -- o sal da terra -- onde está o efeito do qual Jesus
falou?"


Sim, nós, filhos de Deus, temos o compromisso de transformar o mundo em
que vivemos. Fomos chamados e enviados para fazer a diferença em todos
os ambientes. Nossa presença precisa iluminar cada centímetro pisado por
nossos pés.


Os caminhos pedregosos por onde passamos devem se tornar planos; os
lugares áridos devem dar lugar a belos jardins; o Senhor deve brilhar em
todas as situações em que estejamos envolvidos.


Somos "o sal da terra" e a nossa tarefa é evitar a corrupção moral,
carnal e espiritual. Estamos no mundo para que a pureza seja conservada,
a santidade preservada, a esperança guardada, intacta, em todos os
corações. Somos sal para temperar os dias que vão passando, para dar
sabor aos sonhos que vão se realizando, para manter vivo o amor que, às
vezes, vai sendo esquecido.


A vida, sem esse sal, seria insípida, desagradável, sem brilho e sem
cor. Seria um ninho sem pássaros, seria um vaso sem plantas, um
horizonte sem por do sol.


Mas, onde estão os cristãos? Onde estão aqueles que deveriam estar de
vestes brancas como a neve? Onde estão os embaixadores dos Céus? Onde
estão os salvos?


Onde está o sal?

quinta-feira, 28 de abril de 2011

SERMÃO BIBLICO.

Jonas, o missionário do Antigo Testamento                                PB;Anderson Bruggmann
INTRODUÇÃO
O Cristianismo é a primeira religião proselitista e missionária da história, pois o evangelho não é uma mensagem alternativa, é única e exclusiva.
Jesus afirmou que é uma questão de vida ou morte (Jo 17.3). No Antigo Testamento, missões era um projeto ainda não colocado em prática. O profeta Jonas, como missionário, era uma figura de Cristo. O Novo Testamento tornou explícito o que dantes estava implícito no Antigo. 
I. O CONTEXTO HISTÓRICO DE JONAS
1. O Reino de Israel. Após a morte de Salomão, o reino hebreu dividiu-se em dois: Israel, ou Reino do Norte, formado pelas 10 tribos encabeçadas por Efraim, tendo por capital inicialmente Gibeá, e, depois, no tempo de Onri, Samaria; Judá, formado por esta tribo e a de Benjamin, ou reino do Sul, cuja capital era Jerusalém, onde a dinastia de Davi continuou reinando por mais de 400 anos. 
2. O profeta e sua terra. Jonas era filho de Amitai. Viveu no Reino do Norte e habitava em Gate Hefer (2 Rs 14.25) que, segundo Jerônimo, era uma aldeia dos arredores de Nazaré da Galiléia. O profeta viveu na época de Jeroboão II, quando o Reino de Israel achava-se sob pressão dos assírios. A Assíria é a região onde hoje localiza-se o norte do Iraque, e sua capital, na antigüidade, era Nínive. 
3. Origem dos ninivitas. Cidade fundada por Ninrode, filho de Cam, neto de Noé (Gn 10.11,12), a Assíria é conhecida como o país de Ninrode (Mq 5.6). Os assírios são descendentes de Assur, ou Ashur, em hebraico, filho de Sem (Gn 10.22). A expressão “saiu ele à Assíria” (Gn 10.11) é de difícil interpretação; no original hebraico não se sabe se Ashur, ou Assíria, são uma e mesma coisa. Se o primeiro caso puder ser confirmado, significa que Ninrode juntou-se a Ashur, e ambos fundaram Nínive, além de outras cidades da região. Isso explicaria o fato de um país semita ser chamado de terra de Ninrode, um camita. 
4. Características dos ninivitas. Eram um povo beligerante. Os gregos caracterizavam-se pela filosofia, os fenícios pela arte náutica, os hebreus pelo monoteísmo ético, mas os assírios pela crueldade. São indescritíveis as torturas que eles aplicavam aos seus prisioneiros. A arte bélica era a característica dos assírios. Isso explica a deserção de Jonas; o profeta desejava fossem os assírios destruídos em conseqüência de sua maldade (Jn 4.1,2).  
II. A MENSAGEM DE JONAS
1. A incumbência de Jonas. Depois que o grande peixe vomitou o profeta, Deus novamente o envia a Nínive, dizendo: “prega contra ela a pregação que eu te disse” (v.2). Qual foi a pregação que Deus entregou a Jonas? “Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida” (v.4). Não era uma mensagem de misericórdia, mas uma sentença de condenação. Era o anúncio do juízo de Deus sobre a cidade. 
2. O Senhor Jesus. O Senhor Jesus apresentou suas credenciais de Messias: sinais e maravilhas nunca vistos desde a fundação do mundo, ensinos extraordinários que vêm impressionando a humanidade nesses 2.000 anos de Cristianismo, trazendo-nos uma mensagem de perdão e de amor. Não há razão para recusarmos o evangelho ou duvidar do Senhor Jesus. Ele tem o testemunho da lei e dos profetas (Rm 3.21). A Bíblia declara: “A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome” (At 10.43). 
3. O profeta Jonas. O profeta Jonas, ao contrário, não mostrou sinais nem maravilhas e a sua mensagem não era de perdão; sequer convidou os ninivitas ao arrependimento. Todavia, o povo arrependeu-se a ponto de o rei proclamar um jejum para toda a cidade e até para os animais. E, assim, o povo alcançou misericórdia. Por isso Jesus disse que os ninivitas estariam presentes no juízo para condenar aquela geração incrédula que recusou o Filho de Deus: “Os ninivitas ressurgirão no Juízo com esta geração e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis que está aqui quem é mais do que Jonas” (Mt 12.41). 
III. MISSÕES NAS RELIGIÕES ANTIGAS
1. Os pagãos. As religiões do antigo Oriente Médio eram tribais. Não há registro de que um adepto de Astarote, divindade dos sidônios; ou de Milcom, dos amonitas (1 Rs 11.5), ou ainda de qualquer outra divindade, haja levado sua mensagem para os adeptos de outros deuses, pois tais religiões eram algo mais de caráter cultural do que espiritual. Os pagãos entendiam que a cada povo bastava o seu deus. 
2. O Judaísmo. Apesar de o Judaísmo não adorar a um Deus tribal, não é uma religião missionária, nem proselitista. Mas o Antigo Testamento, que os judeus acatam como a Palavra de Deus, assevera que toda a terra é do SENHOR (Êx 19.5; Sl 24.1). Por conseguinte, Deus tem o direito de reinar sobre todas as nações e de proclamar seus juízos e a sua salvação. Com exceção de Jonas, os profetas do Senhor sempre eram enviados ao seu próprio povo, e, em seus escritos, encontramos mensagens de advertências, ameaças e também de bênçãos para as nações vizinhas. 
3. Os prosélitos no Novo Testamento. Eram gentios convertidos à fé judaica (At 2.10; 6.5; 13.43). Parece que havia empenho das autoridades judaicas do primeiro século no proselitismo (Mt 23.15). O prosélito submetia-se a três coisas: fazer a circuncisão, oferecer um sacrifício e submeter-se ao batismo. No batismo, o local não podia conter menos que 300 litros de água e todo o corpo devia ser tocado pela água. A pessoa tinha de rapar o cabelo, cortar as unhas e por-se desnuda. Ainda na água, lia uma parte da Lei, e fazia a confissão de fé, diante de três  testemunhas — uma espécie de padrinhos. Em seguida, recebia as palavras de consolo e de bênção. Quando saía das águas batismais, já era membro da família de Israel. Era o batismo deles. Hoje os rabinos fazem sérias objeções aos gentios que desejam se converter ao Judaísmo. Eles se empenham, acima de tudo, em trazer de volta para o Judaísmo seus próprios irmãos: os judeus não religiosos. 
4. Profecias cumpridas. Há no Antigo Testamento vislumbres missionários, de profecias que se cumpriram no Novo Testamento. A mensagem de Gn 12.3: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” era a promessa de Deus para salvar os gentios (Gl 3.8). Isso está ainda mais claro no profeta Isaías: “As ilhas aguardarão a sua doutrina” (42.4). Ou: “E, no seu nome, os gentios esperarão”, conforme a Septuaginta, citada em Mt 12.21. Isso também é visto em Os 1.10; 2.23, citado em Rm 9.25,26. O Cristianismo é a primeira religião missionária do mundo. 
IV. O CARÁTER UNIVERSAL DO CRISTIANISMO 
1. Os gentios ontem e hoje. Os gentios, goiym em hebraico, são todas as nações que estão fora do povo de Israel. Até a vinda de Jesus, a humanidade estava dividida em dois povos: gentios e judeus, e o plano de Deus era a reunificação deles, derribando a parede de separação, o que Jesus realmente fez através de sua morte na cruz (Ef 2.13-18). Hoje deixa de ser gentio quem se converte ao Senhor Jesus (1 Co 12.2; Ef 2.11). Somos filhos de Abraão, no sentido espiritual (Rm 4.12-12; 9.8, 30-32; Gl 3.7). 
2. Jonas, uma figura de Cristo. Ambos foram enviados aos gentios, eram galileus e por três dias e três noites ficaram nas profundezas; Jonas, no ventre do grande peixe; Jesus no seio da terra (Mt 12.40). Tais semelhanças servem para mostrar que Jonas é a figura de Cristo no Antigo Testamento. Ali estava o prenúncio da salvação dos gentios. A redenção destes estava no plano de Deus antes da fundação mundo (Ap 13.8); não foi uma improvisação de última hora feita por Jesus. Os profetas falaram dessa salvação (1 Pe 1.10-12). 
CONCLUSÃO
O Messias, objeto da expectativa dos profetas do Antigo Testamento, é o Cristo do Novo Testamento. O trabalho missionário, iniciado por Jonas, continuou com os apóstolos, cabendo-nos a tarefa de expandi-lo até aos confins da terra. Hoje somos frutos de missões e devemos fazer missões; há ainda milhões que estão perecendo sem o conhecimento do evangelho.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor" (1 Coríntios 13:13).



O amor é o melhor remédio para as doenças do mundo, disse Karl
Menninger, uma autoridade no campo da medicina e psiquiatria. Ele disse
aos seus comandados: "A coisa mais importante que você pode oferecer a
um paciente é amor. Quando as pessoas aprendem a dar e receber amor,
elas se recuperam da maior parte de suas enfermidades, tanto físicas
como emocionais."


O mundo seria muito melhor se aprendêssemos a repartir amor. Aos que
estão cansados de enfrentar decepções -- precisamos oferecer amor. Aos
que perderam a fé e caminham sem saber para onde ir -- precisamos
oferecer amor. Aos que já perderam tudo e não têm mais nada nesta vida
-- precisamos oferecer amor. Aos que só acumularam derrotas em sua
caminhada -- precisamos oferecer amor. Aos que nos agridem, nos ofendem,
nos desprezam, nos tratam com indiferença -- precisamos oferecer amor.
Aos que nos amam, que mostram um sorriso para nós, que festejam grandes
conquistas, que

irradiam felicidade -- também precisamos oferecer amor.


O amor alivia a solidão, suaviza os sofrimentos, estimula a esperança,
acende a tão conhecida luz no fim do túnel. O amor faz levantar a
cabeça, faz mover as pernas, faz estender as mãos, faz brotar um sorriso
em um rostoinexpressivo.


Se não sabemos demonstrar amor, estamos enfermos espiritualmente. O
cristão deve aprender a amar, deve ensinar o amor, deve carregá-lo na
bagagem em todas as suas viagens. É o maior ensinamento da Bíblia, é um
mandamento do nosso Pai, é o combustível para todas as grandes
conquistas.


Deus é amor. Eu preciso e quero amar. Sua vida só será feliz e abençoada se estiver revestida de amor.


O amor cura o físico e a alma. Leve sempre esse remédio com você!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Entenda
como o amor gratuito de Deus trouxe a salvação ao homem por meio da
cruz de Cristo“Ele, que foi entregue pelo conselho determinado pela
presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o pelas mãos de
ímpios.”
(At
2.23.)O processo que culminou na sentença da morte de Jesus estava
eivado de muitos e gritantes erros. As autoridades judaicas tropeçaram
nas suas próprias leis e atropelaram todo o processo no mais importante
julgamento do mundo. Tanto a sua prisão no Getsêmani como seu
interrogatório diante do Sinédrio revelaram grandes deficiências na
condução do processo. Na verdade, as autoridades já haviam decidido
matar Jesus antes mesmo de interrogá-lo (Mc 14.1; Jo 11.47-53). Elas
haviam decidido fazer isso depois da festa da Páscoa, para evitarem uma
revolta popular (Mc 14.2). A atitude de Judas de entregar Jesus, porém,
adiantou o intento deles (Mc 14.10,11). O processo, assim, não passou de
um simulacro de justiça desde o princípio até o fim, pois não tinha
outra finalidade senão dar uma aparência de legalidade ao crime já
predeterminado. As leis judaicas não permitiam um prisioneiro ser
interrogado pelo Sinédrio à noite. No dia antes de sábado ou de uma
festa, todas as sessões estavam proibidas. Nenhuma pessoa podia ser
condenada senão por meio do testemunho de duas testemunhas, mas eles
contrataram testemunhas falsas. O anúncio de uma pena de morte só podia
ser feito um dia depois do processo. Nenhuma condenação podia ser
executada no mesmo dia, mas eles sentenciaram Jesus à morte durante a
noite e logo cedo o levaram a Pilatos para que este lavrasse sua pena de
morte. A reunião do Sinédrio que sentenciou Jesus à morte foi ilegal,
uma vez que ocorreu à noite, e o método usado também foi ilegal, visto
que eles ouviram testemunhas contra Jesus. John Stott, em seu livro A cruz de Cristo,
diz que Jesus passou por dois julgamentos: um eclesiástico e outro
civil. O primeiro aconteceu nas mãos dos judeus; o segundo, nas mãos dos
romanos. No tribunal judaico, apresentou-se uma acusação teológica
contra Jesus: blasfêmia. No tribunal romano, a acusação era política:
sedição. Os judeus o acusaram por se identificar como Filho de Deus, e
os romanos o acusaram por se identificar como rei dos judeus. Assim,
acusaram Jesus de delito contra Deus e contra César. Tanto no tribunal
judaico como no romano, seguiu-se certo procedimento legal: 1) a vítima
foi presa; 2) a vítima foi acusada e interrogada; 3) chamaram-se
testemunhas; 4) então, o juiz deu o seu veredicto e pronunciou a
sentença. Mas Jesus não era culpado das acusações, as testemunhas eram
falsas, por isso a sentença de morte foi um horrendo erro judicial.Tanto
o julgamento judaico quanto o romano tiveram três estágios. O
julgamento judaico foi aberto por Anás, o antigo sumo sacerdote (Jo
18.13-24). Em seguida, Jesus foi levado ao tribunal pleno para ouvir as
testemunhas (Mc 14.53-65), então, na sessão matutina do dia seguinte,
para o voto final de condenação (Mc 15.1). Jesus foi, então, enviado a
Pilatos (Mc 15.1-5; Jo 18.28-38), que o enviou a Herodes (Lc 23.7-12),
que o mandou de volta a Pilatos (Mc 15.6-15; Jo 18.39-19.6). Pilatos
atendeu ao clamor da multidão e entregou Jesus para ser crucificado. É
importante ressaltar, porém, que Jesus foi para a cruz não apenas porque
os judeus o entregaram por inveja, ou porque Judas o traiu por
dinheiro, nem mesmo porque Pilatos o condenou por covardia. Cristo foi
para a cruz porque o Pai o entregou por amor (Rm 8.32). Cristo foi para a
cruz porque ele se entregou a si mesmo por nós voluntariamente (Jo
10.18; Gl 2.20), não levando em conta a ignomínia da cruz pela alegria
que lhe estava proposta, a alegria de conquistar-nos com seu amor e
salvar-nos por sua graça (Hb12.2). Destacamos três verdadeiras preciosas
sobre a morte de Cristo:1.
      Ela foi decidida na eternidade, e não no tempo (Ap 13.8).A
morte de Cristo não foi um acidente; foi uma agenda. A cruz estava
incrustada no coração de Deus antes de ser erguida no Gólgota. O
Cordeiro de Deus foi morto desde a fundação do mundo. Na mente e nos
decretos de Deus, a morte de Cristo já estava lavrada desde a
eternidade. Cri

quinta-feira, 14 de abril de 2011

"Assim observarei de continuo a tua lei para sempre e eternamente. E andarei em liberdade; pois busco os teus preceitos" (Salmos 119:44, 45).



Certo homem disse: "Uma manhã eu falei para oitenta alunos de uma
universidade estadual. Ao chegar eu fui informado de que não deveria
mencionar a Bíblia em minha palestra. No mesmo dia, à tarde, eu fui
convidado para falar para 800 homens na prisão estadual. O diretor da
penitenciária me pediu para falar-lhes sobre as verdades bíblicas."


É muito triste constatarmos que muitos jovens, muitas vezes, desviam-se
para caminhos maus exatamente porque não conhecem a Deus em sua
juventude. Muitos atalhos errados poderiam evitar, muitas decisões
precipitadas poderiam não tomar, muito tempo perdido poderia ser
aproveitado se simplesmente tivessem a orientação do Senhor em sua
mocidade.


Melhor que falar da Palavra de Deus a prisioneiros é compartilhá-la
quando ainda não estão encarcerados. Muito mais proveitoso para todos é
conhecer o amor do Salvador antes que os tempos de angústia cheguem e
tudo se torne mais difícil. Com o Senhor no coração os nossos dias são
abundantes, nossa alegria é verdadeira, nosso futuro é vitorioso.


Quando falamos de Deus para os jovens estamos, com certeza, diminuindo o
número de pessoas em uma prisão. O caminho do filho de Deus é de
tranquilidade e de paz, é pleno de gozo e felicidade, leva à vida eterna
com o Pai celestial e, certamente, não passa pelo interior de uma
penitenciária.


Falemos do Senhor e Sua Palavra nas escolas, nos mercados, nos
intervalos do trabalho, nos encontros pela rua. As prisões terão menos
homens e o mundo será bem melhor.


Quando deixamos a Palavra de Deus moldar nossas vidas, andamos em
perfeita liberdade. Não apenas a liberdade de um cárcere, mas do ódio,
da avareza, do egoísmo e da morte eterna.


Você quer andar em liberdade